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O que muda com a implantação das placas do Mercosul?

A proposta da resolução 780 do Conselho Nacional de Trânsito indica que em 31 de janeiro de 2020 passam a valer as novas regras de implantação do novo modelo de emplacamento do Mercosul. Apesar das mudanças o trabalho de fiscalização, por parte dos agentes de trânsito, segue sem grandes alterações.

O professor José Onildo Truppel Filho, também coordenador do curso de Segurança no Trânsito da UnisulVirtual, explica que a principal alteração fica por conta da troca das placas atuais para a nova Placa de Identificação Veicular (PIV) que não é mais obrigatória para quem já possui o veículo e não pretende trocá-lo. “Contudo os veículos já emplacados no sistema atual, não precisarão adotar o novo modelo de placa (PIV), senão por uma das seguintes situações: como a mudança de categoria do veículo; furto, extravio, roubo ou dano de qualquer uma das placas; mudança de município ou de estado ou em caso de necessidade de instalação da segunda placa traseira”, pontua.

Entretanto o proprietário interessado em trocar pela PIV pode realizar o procedimento normalmente e inclusive, consultar como ficará a nova placa. Para isso, o professor Truppel sinaliza que basta trocar o segundo número atual da placa por uma das seguintes letras da PIV:

0 – A
1 – B
2 – C
3 – D
4 – E
5 – F
6 – G
7 – H
8 – I
9 – J

“Assim, se a placa de seu veículo é AAA9999, passará a ser, no novo modelo para AAA9J99”, exemplifica.

Atuação do agente de trânsito

No caso do trabalho de fiscalização prestado pelo agente de trânsito este segue normalmente, no entanto a maior preocupação se dá nos órgãos de trânsito, principalmente os executivos de trânsito dos Estados (Detran), uma vez que são os responsáveis por registrar e licenciar os veículos a partir desta implantação e, com isso, permitir o cadastro das infrações cometidas.

“Além disso, as consultas para identificar o local (município e estado) de licenciamento dos veículos passam a ser muito mais frequentes. Os autos de infração de trânsito, principalmente os eletrônicos, também terão que ser adaptados para aceitar os novos sequenciais alfanuméricos das placas, pois serão diferentes dos atuais”, complementa o professor.

Os agentes necessitam de capacitação para fiscalizar este novo modelo porque haverá um código de barras bidimensionais dinâmico estampado, o QR Code.

“Diante disso, a sua leitura por aparelhos adequados permitirá identificar a originalidade daquela PIV. Para a leitura e identificação do QR Code, será disponibilizado a todos os órgãos que integram o Sistema Nacional de Trânsito, um programa, que está sob a responsabilidade do Denatran”, conclui.

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Unisul lança campanha “Menos papel e mais preservação”

O objetivo principal da campanha, idealizada pela Pró-Reitoria de Administração e Serviços Acadêmicos da Unisul, é de conscientizar cada colaborador sobre a real necessidade das impressões feitas na Universidade. Além disso, também chama a atenção para a utilização de materiais na versão digital, evitando assim o desperdício de papel.

“É uma economia inteligente dos recursos, pois combate o que é desnecessário. Por exemplo, quando um colega vai para uma reunião, poderia levar um notebook, um tablet ou mesmo o arquivo no celular. Assim, não é preciso usar papel impresso com as informações que podem ser usadas digitalmente”, comenta a professora Milene Pacheco Kindermann, da Pró-Reitoria de Ensino, Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão e Inovação (PROEPPEXI) da Unisul.

E a campanha de conscientização já inicia dando o exemplo para os colaboradores: ela será realizada apenas no formato digital. “Pensamos em imprimir cartazes coloridos para colocar junto às impressoras, mas optamos por não fazer isso. Vamos tentar sensibilizar as pessoas utilizando apenas as formas digitais, afinal, esse é o objetivo da campanha”, comenta a professora.

Segundo a empresa norte-americana IBM, por ano, uma pessoa que trabalha em um escritório é responsável pela impressão de cerca de 10 mil folhas de papel. Estima-se que quase 60% tenha destino final o cesto de lixo.

Dicas para redução do consumo de papel:

  • Imprimir frente e verso e copiar apenas a quantidade necessária;
  • Fazer emendas e correções necessárias no computador;
  • Utilizar o e-mail para comunicações internas e externas;
  • Fazer gravação de cópias para arquivo online, cd, pendrive;
  • Sempre que possível utilizar papel produzido com madeira certificada e branqueada com oxigênio e não com dióxido de cloro.

Dia da indústria aeronáutica brasileira é comemorada no dia 17/10

Por Cilene Macedo, jornalista

A indústria aeronáutica brasileira se aproxima dos 50 anos no Brasil, com a inauguração da empresa Embraer, em 1979. Mas há 83 anos, no dia 17 de outubro de 1935, que aconteceu o voo inaugural do Muniz M-7, fabricado pela Companhia Nacional de Navegação Aérea (CNNA), que atingia a velocidade de 190 Km/h. O modelo era um o monomotor utilizado para treinamento de pilotos. A aeronave possuía dois assentos apenas e tinha capacidade para executar acrobacias. O Muniz M-7 foi o primeiro modelo de avião a ser fabricado em série no Brasil.

Claro que não podemos esquecer que muito da história da aviação no Brasil teve início com o Mineiro, Alberto Santos Dumont. O 14 Bis foi o primeiro avião da história registrado e admirado pela população em 1906, em plena Paris. No voo inaugural, o 14 Bis conseguiu percorrer 200 metros. Outros inventores se interessaram pela aviação e tiveram excelentes avanços tecnológicos.

Ainda no século XX, os aviões fizeram parte da primeira guerra mundial (1914 a 1918). No mesmo século, na década de 20, os correios passaram a utilizar os aviões como meio de transporte de cargas. Na década de 30, os voos domésticos já comportavam mais de 20 pessoas a bordo. Em 1945, o Estado criou a escola de engenharia aeronáutica, com o nome Instituto tecnológico de aeronáutica (Ita) e também um centro de pesquisas e desenvolvimento da aeronáutica.

O Brasil sempre se destacou no ramo da indústria aeronáutica em comparação a outras áreas. Um exemplo disso, é que o Brasil investe há quase um século na indústria aeronáutica e ainda não possui fabricação própria de automóveis.  A constante e crescente indústria aeronáutica brasileira promove movimento da economia, cria novos empregos e coloca o país em um patamar mundial. Um exemplo disso, é ter a maior frota urbana de helicópteros do mundo, em São Paulo.

Hoje a Embraer é o grande destaque da indústria aeronáutica nacional, fabricando aviões comerciais, executivos, agrícolas, militares e também peças aeroespaciais, sendo a terceira maior empresa fabricante de aeronaves civis do mundo. Há dois anos a Embraer inaugurou um Centro de Engenharia e Tecnologia (CETE-SC), em Florianópolis, no prédio da incubadora CELTA, no Parque Tecnológico Alfa.

No mesmo setor, o Brasil ainda se destaca como fabricante de helicópteros com a empresa Helibras, fundada em 1978.  A empresa se lançou no mercado mundial com o helicóptero à turbina modelo Esquilo, o mais vendido no mundo até hoje.

Em diversos Estados brasileiros, existem grandes e pequenas empresas fabricantes de aeronaves não só as de grande porte, mas também as menores como bimotores, monomotores elétricos e ultraleves. Na cidade de Palhoça, está instalada a fabricante Wega Industria Aeronáutica. Fundada em 2006, por Jocelito Carlos Wildner, a empresa fabrica além de aeronaves, kits de aeronaves leves. Wildner foi mecânico de aeronaves, formado pela escola da VARIG.

Quer saber mais sobre Ciências Aeronáuticas?

Leia também: Mercado da aviação valoriza profissional graduado para suprir demandas

Você sabia que além de produzir mel e auxiliar na preservação da biodiversidade, as abelhas também são importantes para o estudo da comunicação?

No século XX, o ganhador do Prêmio Nobel, Karl von Frisch descobriu que quando esse inseto encontrava flores com pólen era capaz de comunicar ao resto do enxame a posição onde estava.

O código é transmitido na forma de coreografia com um passo em ziguezague em uma determinada direção e de volta ao ponto inicial.

O ângulo da direção da dança em relação ao sol representa o rumo que deve ser seguido para encontrar as flores, e o movimento do abdômen, a distância.

Quanto mais rápido for esse movimento, mais distante estará a fonte de alimento.

No entanto, mais importante que saber os movimentos praticados, é perceber que esse conhecimento inspirou diversos teóricos importantes. Entre eles, Émile Benveniste, pesquisador da área da linguística, que dedicou parte do seu tempo a estudar e compreender as diferenças existentes entre a comunicação humana e a animal.

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